Saiba por que o toque, a textura e o processo de desenvolvimento fazem do MDF da Guararapes um material que vai além do visual
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No episódio 67 do Podcast Guararapes, conversamos com Geruza Kaseker, coordenadora da área de Produtos da Guararapes e responsável pelo planejamento dos MDFs que lançamos todos os anos. É ela quem está à frente de um dos processos mais estratégicos da marca: transformar tendências em cores, padrões e texturas de MDF.
Ao longo do episódio, exploramos como nasce um padrão, por que o toque se tornou um diferencial competitivo no MDF e como a Guararapes constrói produtos que se destacam não apenas pelo visual, mas pela experiência completa que oferecem.
A campanha atual da Guararapes, intitulada “Design que se toca e que se sente”, nasce da convicção de que o toque é o que diferencia um MDF de todos os outros.
Hoje, o MDF deixou de ser apenas um material que “imita” outros. Ele se consolidou como uma matéria-prima com identidade própria, com aplicações específicas e uma linguagem estética própria para design de interiores e arquitetura. Textura, profundidade e acabamento passaram a ser elementos centrais na forma como projetistas, marceneiros e consumidores percebem o material.
Para que essa experiência sensorial seja possível, tecnologia e precisão industrial são fundamentais. A Guararapes possui uma das fábricas de MDF mais modernas das Américas, o que nos permite controlar com extrema exatidão cada etapa do processo produtivo. Isso se traduz em superfícies com:
Um bom exemplo é o MDF Areia, da Linha Colors. Embora existam muitos padrões semelhantes no mercado, ele se diferencia justamente pelo toque macio e aveludado, que transforma a percepção do material no uso cotidiano.
Outro destaque são as texturas sincronizadas. Nelas, o relevo da superfície acompanha exatamente o desenho impresso no padrão: onde o olho vê um veio de madeira, por exemplo, o dedo encontra aquele mesmo veio em alto e baixo-relevo.
A textura Syncro Ash é um exemplo claro disso, criando uma experiência quase indistinguível de uma lâmina natural de madeira graças à perfeita correspondência entre imagem e textura.
Para Geruza, criar um novo revestimento não significa seguir modismos. “O desenvolvimento de um padrão leva de um a dois anos. Nesse período, nós analisamos o comportamento do consumidor, os movimentos do design e da arquitetura, cenários econômicos, mudanças culturais e até climáticas. Cada lançamento precisa ter tempo de maturação para chegar ao mercado no momento certo e permanecer relevante por muitos anos”, explica.
É esse olhar de longo prazo que permite apostas consistentes, como o Fresno Açores, da Linha Madeiras do Mundo - Syncro Ash. “Esse padrão, com textura Syncro Ash, remete a uma madeira tingida de azul. A madeira colorida, antes restrita ao mobiliário de alto-padrão, vem ganhando espaço e hoje já vemos uma forte aceitação desse tipo de estética no mercado”, complementa Geruza.
Desta forma, cada nova cor, textura ou padrão lançado pela Guararapes nasce do encontro entre tecnologia, sensibilidade estética e visão estratégica, consolidando o MDF como um dos materiais mais versáteis e expressivos do design contemporâneo.